O que as empresas podem fazem para ajudar colaboradores e a sociedade
por Prof. Luciano Leite
Cisne Negro, é assim que muitos estudiosos de várias áreas estão chamando
este momento que estamos atravessando. Isto porque, assim como o animal raro
(cisnes geralmente são brancos), esta crise também é totalmente inesperada.
Totalmente fora dos planos e previsões das empresas, este momento grave e
de consequências inimagináveis, pede um esforço de revisão de nossas atitudes,
planejamento e principalmente de ajuda à sociedade.
Neste contexto sem referências, pelo menos nenhum de nós passou por algum
assim antes, as empresas precisam adotar medidas para resguardar a saúde de
seus colaboradores, preservar suas finanças e auxiliar na orientação quanto aos
cuidados necessários para prevenção e redução dos riscos.
A área de Recursos Humanos tem um papel fundamental neste cenário, juntamente
com outros setores como Medicina do Trabalho, Serviço Social, Segurança do Trabalho
e CIPA, juntos estas equipes podem oferecer orientação qualificada para as decisões
dos gestores, além de apoio e orientação aos colaboradores.
A primeira medida, que muitas empresas estão adotando, é implantar um grupo de
trabalho para acompanhar a evolução da situação, buscar informações qualificadas
e sugerir ações. Este “comitê de crise”, deve ser formado por representantes de vários setores.
Promover informações esclarecedoras e tranquilizadoras é outro papel muito importante
neste momento. Infelizmente, muitas pessoas estão ficando paranoicas por causa de
mentiras transmitidas pela internet. A empresa deve buscar orientações simples, objetivas
e confiáveis em órgãos de imprensas e governamentais.
Pensando nas questões operacionais, uma ação que exige cuidado e urgência é a revisão
dos processos internos e adaptação da operação. Se faz necessário, pensar diferente,
rever conceitos, simplificar, inovar e principalmente, buscar manter-se relevante neste contexto.
Estrategicamente, cabe aos gestores com o auxílio das informações de linha de frente,
traçar cenários, repensar o planejamento, formular hipóteses e preparar a empresa pra
momentos difíceis e que ainda não temos a real noção da dimensão.
Acompanhar a experiência de nações e empresas que estão há mais tempo que nós
atravessando esta crise poderá nos fornecer pistas de como nos preparar, dentro de nossas
particularidades locais.
Muitas empresas estão adotando o home office, algumas parcialmente e outras para toda sua operação, esta é uma questão nova para muitas organizações e para os profissionais. Se faz necessário montar um plano de suporte, orientação e motivação aos colaboradores.
Na medida em que a crise se agrava, novas medidas serão necessárias, algumas passam pela discussão da flexibilização do contrato de trabalho, redução das horas trabalhadas, férias coletivas, entre outras. É importante que a área jurídica esteja acompanhando os desdobramentos e implicações destas novas relações trabalhistas.
Ser ética, não se aproveitando da situação para lucrar e, transparente na comunicação é o mínimo que se espera de todas empresas. Este problema vai passar, e quando isto acontecer algumas empresas serão melhor avaliadas pela sociedade e outras serão vistas de maneira negativa.
Muitas empresas estão adotando o home office, algumas parcialmente e outras para toda sua operação, esta é uma questão nova para muitas organizações e para os profissionais. Se faz necessário montar um plano de suporte, orientação e motivação aos colaboradores.
Na medida em que a crise se agrava, novas medidas serão necessárias, algumas passam pela discussão da flexibilização do contrato de trabalho, redução das horas trabalhadas, férias coletivas, entre outras. É importante que a área jurídica esteja acompanhando os desdobramentos e implicações destas novas relações trabalhistas.
Ser ética, não se aproveitando da situação para lucrar e, transparente na comunicação é o mínimo que se espera de todas empresas. Este problema vai passar, e quando isto acontecer algumas empresas serão melhor avaliadas pela sociedade e outras serão vistas de maneira negativa.
E antes de tudo, cabe às empresas ajudarem a sociedade na orientação correta,
no apoio com recursos quando possível e, principalmente, acalmando e motivando as pessoas.
Estamos diante de algo inesperado, mas a humanidade tem capacidade de vencer mais esta
batalha, se juntos nos ajudarmos.
Prof. Luciano Leite
luciano.leite@bol.com.br